Vou resumir este post nas observações que fizemos neste período e que podem se resumir na invasão da "bicharada" na horta, além das formigas, é claro, que já fazem parte do nosso cotidiano.
Observamos vários tipos de larvas, em várias hortaliças, nenhuma delas ainda foi identificada, nem tampouco fizemos qualquer tipo de manejo, a não ser a catação manual e a retirada para acompanhar o desenvolvimento de algumas delas.
O maracujá foi atacado (aparentemente) por duas espécies diferentes de larvas.
Essas larvas foram colocadas em uma caixa, na tentativa de acompanhar seu desenvolvimento, mas as menores não sobreviveram (falta de alimento? competição?). A da esquerda, maior, está em estágio de pupa, pela última observação que fizemos no dia 6/6.
Dois tipos diferentes de larvas atacaram também a couve.
A larva da esquerda também apareceu no brócolis. Essas duas espécies não foram retiradas das hortaliças que, aparentemente, estão resistindo, já que somente algumas folhas foram atacadas.
A moranga também não escapou....
E a berinjela foi atacada pelos pulgões. A berinjela é uma das hortaliças que está com o desenvolvimento bastante lento, ainda não identificamos as razões.
Mas não foi somente a "bicharada" que resolveu aparecer. A nossa pequena plantação de tomates foi totalmente perdida e pelo que pudemos observar, ocorreu a proliferação de um fungo que, ao que tudo indica, se trata de uma espécie do gênero Alternaria.
Além da observação dos animais e fungos visitantes da nossa horta, também montamos um composto 100% vegetal, à base de torta de mamona e capim, a partir de informações da Embrapa/Agrobiologia (https://www.youtube.com/watch?v=Af0IhGWge2U&feature=youtu.be). Após quase um mês da montagem, não ocorreu elevação de temperatura, o que nos sugere deficiência de micro-organismos decompositores.
Neste período colhemos rúcula e espinafre que, por sinal, são hortaliças que têm se desenvolvido muito bem nesta primeira área, além de couve e milho.








Nenhum comentário:
Postar um comentário